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Mayra e Buzacarini param nas oitavas no sexto dia de Mundial de Judô em Budapeste

Mayra se concentra antes de entrar no tatame em Budapeste
Foto: Lara Monsores/CBJ

A Holanda foi a pedra no sapato do Brasil nesta quinta-feira, 11, sexto dia de disputas do Campeonato Mundial de Budapeste. Depois de estrearem com vitórias, Mayra Aguiar e Rafael Buzacarini, caíram nas oitavas-de-final, para Marhinde Verkerk e Michael Korrel, respectivamente. Com isso, o Brasil ficou sem representantes nas disputas do bloco final no penúltimo dia de competição individual. Leonardo Gonçalves (100kg) também lutou nesta quinta e ficou na primeira luta ao cair de ippon para Otto Imala, da Estônia.

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A competição, última antes dos Jogos Olímpicos, marcou o retorno de Mayra aos tatames após oito meses de cirurgia no joelho. Maior medalhista do Brasil na história dos Mundiais, com dois títulos no currículo, Mayra buscava, nesta edição, do ponto de vista técnico, recuperar o ritmo de competição e ganhar confiança antes de entrar para a disputa olímpica daqui a um mês. Além disso, experimentou pela primeira vez também os novos protocolos pré-competitivos no contexto da pandemia, como a quarentena no quarto e os inúmeros testes pré-luta.

No tatame, ela demonstrou estar inteira fisicamente e com o joelho bem recuperado. Na primeira luta, entrou golpes de perna com segurança e controlou o combate para vencer Sophie Berger, da Bélgica, com duas quedas (waza-ari-awazete-ippon).

O desafio maior ficou para a segunda luta, contra a experiente holandesa Marhinde Verkerk, dona de quatro medalhas mundiais e adversária de Mayra na disputa de bronze em Londres 2012. A luta começou com muita disputa pela melhor pegada e sem muitos ataques de ambas atletas, o que resultou em punições às duas por falta de combatividade. Com mais uma punição para cada no placar o combate ficou aberto e a holandesa buscou maior movimentação, o que obrigou Mayra a se arriscar em ataques para não levar o terceiro shido. Em uma tentativa falha de buscar o golpe, a brasileira acabou sendo punida por falso ataque e se despediu do Mundial.

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Esse foi o décimo Mundial da carreira de Mayra Aguiar. Ao todo, ela tem dois ouros, uma prata e três bronzes. Ficou fora do pódio em apenas quatro edições (2009, 2015, 2018 e 2021).

A final da categoria de Mayra Aguiar terá a francesa Madeleine Malonga defendendo o título e a alemã Ana Maria Wagner, buscando seu primeiro ouro mundial. Nos bronzes, disputas entre Turchyn (UKR) e Umeki (JPN) e Verkerk (NED) e Steenhuis (NED).

Buzacarini estreia bem, mas para em número 3 do mundo

Na chave masculina do meio-pesado o melhor resultado foi de Rafael Buzacarini. Ele estreou contra o judoca da Estônia, Grigori Minaskin, e anotou um dos ippon mais bonitos do dia na Laszlo Papp Arena. O bom desempenho na primeira luta motivou o judoca brasileiro e ele foi com bastante agressividade para cima do holandês Michael Korrel, bronze no último Mundial, em Tóquio 2019. No entanto, em um lance de muita agilidade, Korrel encaixou a técnica perfeita e frustrou os planos do brasileiro de avançar às quartas-de-final.

No mesmo peso, Leonardo Gonçalves estreou contra outro atleta da Estônia, Otto Imala, e não conseguiu impor seu melhor judô, caindo de ippon para o adversário.

A final do meio-pesado masculino ficou entre o português Jorge Fonseca, atual campeão mundial, e o sérvio Aleksander Kukolj. No bronze, se enfrentarão Korrel e Liparteliani (GEO), Sulamanidze (GEO) e Elnahas (CAN).

Pesados lutam no último dia dia por vagas olímpicas e por primeiros pódios do Brasil

Neste sábado, último dia de competição individual, o Brasil terá o quarteto de pesos pesados no tatame de Budapeste. Rafael Silva e David Moura lutam na chave masculina, enquanto Beatriz Souza e Maria Suelen Altheman estão na chave feminina. Eles disputam internamente as duas vagas olímpicas – uma por gênero – do Brasil e carregam as últimas chances de medalhas do país na competição individual.

Fonte: CBJ (cbj.com.br)

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