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Ginastas do Brasil se apresentam bem no treinamento de pódio

Foto: CBG

As performances de Rebeca Andrade e de Flávia Saraiva no treinamento de pódio, realizado nesta quarta-feira, no Centro de Ginástica Ariake, deixaram boa impressão. Satisfeito com o desempenho das duas, o treinador Francisco Porath sente confiança nas atletas, mas lembra que é necessário manter os pés no chão.

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“Fiquei feliz, porque o treinamento de pódio é feito nos moldes da competição. A gente simula até o grupo misto, na mesma ordem. E o aquecimento é bem curto. Então elas conseguiram passar bem, mesmo com esse aquecimento curto, que é o que a gente quer”.

Rebeca, particularmente, foi muito bem no salto – Porathconfirmou que ela fará os dois – poderia executar apenas um, caso a intenção fosse apenas somar para o individual geral, mas a ginasta tem aspirações de ir à final do aparelho. No solo, ela também teve boa performance, repetindo o que fizera no Campeonato Pan-Americano, ao som de “Baile de Favela”. Na trave, a exibição foi consistente.

“No treinamento de pódio, não existe a pressão, a obrigação de acertar. Mas é fato que ela passou superbem. Nossa meta é obter classificação no primeiro grupo no individual geral. A disputa é extremamente difícil. Quanto a chances de medalha, é difícil dizer”, diz o treinador.

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Porath faz questão de procurar conter as expectativas. “Hoje, apesar de ter sido muito bom, não vale nada. Vamos trabalhar por mais três dias. O que vale é o domingo. Até lá, é ver o que funcionou, repetir as coisas boas, corrigir os erros. Zera tudo e segue o trabalho”, acrescenta.

Flávia apresentou bom desempenho na trave, particularmente, entre outros bons momentos. “No salto, a Flávia conseguiu fazer a dupla pirueta com pouco aquecimento”, diz Porath.

No solo, Flávia se apresentou ao som de sua nova música, um remix feito pelo produtor musical de Anitta, Rafael Castilho, de Garota de Ipanema, Aquarela do Brasil, Canto das 3 Raças e Canta Brasil. “Não conseguimos executar essa música no Pan, porque ela teve uma lesão no pé. Tentamos colocar o máximo de elementos para ver o que o árbitro diz e formar a melhor série, para que seja mais competitiva no dia da disputa”.

As disputas femininas começam na sexta-feira, a partir das 22h (pelo horário de Brasília), ou 10h da manhã do sábado, 25, segundo o horário de Tóquio.

Fonte: CBG (cbginastica.com.br)

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