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Talentos da base, Nina e Carolina mostram futuro promissor com marca impressionante

Nina e Carolina venceram quatro de cinco etapas disputadas
Foto: Francisco Monteiro

Enquanto os olhos da torcida brasileira se voltam para as areias de Tóquio (JAP), nas da orla carioca novas histórias vão sendo escritas. No mesmo final de semana que as duplas brasileiras estrearam na arena do parque Shiokaze, no torneio olímpico de vôlei de praia, duas meninas do Rio de Janeiro (RJ) ajudaram a reforçar os alicerces da base da modalidade no Brasil. Em pouco mais de duas semanas, de 8 a 24 de julho, Nina Chávarry, de 15 anos, e Carolina Sallaberry, de 16, conquistaram quatro títulos em cinco etapas disputadas de três categorias diferentes do Circuito Brasileiro.

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A marca das jovens fica ainda mais impressionante quando se adiciona mais três fatores à conta: a quantidade de vitórias, a posição inicial no ranking, e a idade. No intervalo de 17dias foram 39 jogos disputados, dos quais elas venceram 38. Das cinco etapas realizadas, elas iniciaram no qualifying em todas por não terem ainda pontuação suficiente no ranking, e ficaram com o ouro em quatro delas, e a prata em uma. Como têm menos de 17 anos, jogaram contra atletas mais velhas em praticamente todas as disputas.

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A particularidade da temporada ficou por conta da pandemia de COVID-19, que paralisou todas as competições a partir de março de 2020. No início do segundo semestre, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) conseguiu reunir todos os eventos suspensos do ano anterior no calendário 2021, e contou com a Escola de Educação Física do Exército (EsEFEx), na Urca, na zona sul do Rio de Janeiro (RJ), como sede.

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Mesmo enfrentando condições atípicas, Nina e Carolina conseguiram se sobressair e fecharam a sequência com saldo mais que positivo e muitas medalhas. Nina comemorou o desempenho da dupla e destacou a amizade entre as atletas como trunfo para as conquistas.

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Estas são nossas primeiras competições juntas em nível nacional. A cada jogo evoluímos mais, adquirimos mais experiência. Somos mais que uma dupla, somos amigas, praticamente irmãs. Há muita confiança e suporte de um lado e do outro, tudo que eu precisar eu sei que ela estará ao meu lado”, contou Nina, quem tem 1,78m aos 15 anos.

Carolina, que tem 1,82m aos 16 anos, é a bloqueadora da dupla e mostrou-se feliz com os resultados da temporada. Para a jovem o trabalho do treinador Élcio Logullo, e todos os demais envolvidos na comissão técnica foi muito importante para a façanha das duas.

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Estamos muito felizes por chegar a estes títulos, a esta marcas, ainda mais com apenas 15 e 16 anos. É muito legal ver o reconhecimento do nosso esforço nas quadras. Nosso técnico Élcio (Logullo) é peça fundamental nesse processo, ao lado de toda nossa comissão técnica e nossos familiares”, comentou Carolina, que está convocada para a seleção sub-19 de vôlei de praia.

Nina e Carolina venceram duas etapas do Circuito sub-21, uma do sub-19 e a etapa única do sub-17. Elas ainda levaram a prata de outro torneio sub-19 após sofrerem revés na decisão, único na série de 39 jogos. Os pódios conquistados também colaboraram com o título da temporada para o Rio de Janeiro no naipe feminino nas três categorias.

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Um dos responsáveis pelo feito da dupla é o técnico Élcio Logullo, do centro de treinamento Rio Beach Volley, no posto 11 da praia do Leblon, na capital fluminense, onde as atletas treinam. Para o treinador a dedicação das duas jovens é exemplar, e peça fundamental para o desempenho alcançado.

“Não tem outra palavra se não orgulho. Essas meninas se mostraram fantásticas em absolutamente todos os setores que um atleta precisa se basear para obter sucesso. Elas se cuidaram fisicamente muito bem durante a pandemia, malhando em casa e se alimentando com precisão cirúrgica”, disse o treinador que ainda avaliou as características de cada uma.

“Na parte técnica as duas se complementam demais, Nina mais técnica, mais tranquila enxergando todos os buracos na quadra e com uma leitura incrível dos ataques das adversárias. E Carol com uma força física muito acima da sua categoria, capaz de ataques muito potentes e muito alcance no bloqueio. Mas se eu tivesse que destacar um fator nelas que faz a diferença é o psicológico. Tanto individualmente como coletivamente, elas não só amigas e parceiras, elas são cúmplices”, avaliou Élcio.

Fonte: CBV (cbv.com.br)

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