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Caio Bonfim obtém o melhor resultado do Brasil no Mundial de Marcha Atlética por Equipes

Brasiliense do CASO terminou em oitavo lugar na prova dos 35 km no difícil percurso de Mascate, capital de Omã, com o tempo de 2:38:30. A competição foi encerrada neste sábado, no primeiro grande evento da World Athletics de 2022

Caio Bonfim obtém o melhor resultado do Brasil no Mundial de Marcha Atlética por Equipes
Caio Bonfim obtém o melhor resultado em Omã
Foto: Divulgação/CBAt

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O brasiliense Caio Bonfim (CASO-DF) obteve o melhor resultado para o Brasil no Campeonato Mundial de Marcha Atlética por Equipes, encerrado neste sábado (5/3), na cidade de Mascate, capital de Omã. Ele terminou em oitavo lugar na prova dos 35 km, disputada pela primeira vez na ex-Copa do Mundo de Marcha, com o tempo de 2:38:20.

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Medalha de bronze nos 20 km no Mundial de Londres-2017 e quarto colocado nos Jogos Olímpicos Rio-2016, na mesma prova, Caio foi o atleta sul-americano mais bem posicionado nos 35 km. O campeão foi o sueco Perseu Karlström, com 2:36:14, marca que vale como recorde do campeonato, seguido dos espanhóis Alvaro Martín (2:36:54) e Miguel Angel López (2:37:27).

“Considero que fiz uma excelente prova, mas o percurso não era dos melhores, com muitas subidas, muitas subidas mesmo. Fiquei feliz pela oitava colocação, ainda mais na primeira competição do ano de nível mundial”, comentou o atleta de 30 anos, qualificado para disputar os 20 km e os 35 km no Mundial de Oregon, que será disputado de 15 a 24 de julho, nos Estados Unidos. “Esse é o caminho. Agora é continuar trabalhando.”

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Para ter uma ideia da dificuldade da competição, Caio é o recordista brasileiro dos 35 km, com 2:33:57, marca alcançada na disputa da Copa Brasil Loterias Caixa, em janeiro, em Bragança Paulista. Tempo mais rápido do que o do campeão sueco. A prova teve largada às 7 horas locais (meia-noite de Brasília), com 24 graus e 59% de umidade relativa do ar.

Os outros brasileiros foram: 47º, Max Batista dos Santos (CASO-DF) – 3:11:22, 49º, Diego Pereira Lima (CASO-DF) – 3:14:02 e 50º, Rudney Dias Nogueira (UCA-SC) – 3:17:58.

No feminino, Mayara Luize Vicentainer (Timbó-SC) terminou em 24º lugar, com 3:19:18. Elianay Pereira (CASO-DF) ficou em 27º, com 3:35:59, enquanto Nair da Rosa (AABLU-SC) completou na 29ª colocação, com 3:47:11.

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A medalha de ouro foi conquistada pela equatoriana Glenda Morejón, que aos 21 anos disputou pela primeira vez a especialidade. Ela estabeleceu o recorde do campeonato com 2:48:33 e quebrou o recorde sul-americano, que pertencia desde 2020 à brasileira Érica Sena.

A chinesa Maocuo Li ficou com a medalha de prata, com 2:50:26 (novo recorde nacional) e a polonesa Katarzyna Zdzieblo foi bronze, com 2:51:48.

Por equipes, a Espanha foi a campeã masculina na classificação geral, com 16 pontos, seguida da China (29) e Alemanha (48). O Brasil ficou em sexto, com 104 pontos. No feminino, o Equador foi o vencedor, com 12 pontos, seguido da Espanha (28), da China (29). O Brasil terminou em quinto lugar na classificação, com 80 pontos.

Nos 20 km masculino, o Equador garantiu o primeiro lugar , com 25 pontos, seguido Japão, com 26, depois de fazer a dobradinha na prova, com Toshikazu Yamanishi, bronze em Tóquio e ouro em Mascate, com 1:22:52, seguido de Koki Ikeda, com 1:23:52. O bronze foi para o queniano Samuel Kireri Gathimba, com 1:23:52, o melhor atleta africano da especialidade.

O Brasil teve dois representantes na prova: Lucas Gomes Mazzo (CASO-DF) e Matheus Gabriel Correa (AABLU-SC). Lucas, depois de cumprir penalidade pela terceira advertência (teve de ficar 2 minutos no pit stop), chegou em 46º lugar, com 1:38:46. Já Matheus acabou desqualificado, depois de cumprir a mesma punição.

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Fonte: CBAt (cbat.org.br)

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