Intercâmbio

Atletas de tênis de mesa e badminton treinarão na China

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Roberto Castro/Min Esporte
Acordo de cooperação entre os países foi assinado nesta terça-feira (19.05) pelo ministro do Esporte, George Hilton, e pelo ministro do Comércio chinês, Gao Hucheng

Acordo de cooperação entre os países foi assinado nesta terça-feira (19.05) pelo ministro do Esporte, George Hilton, e pelo ministro do Comércio chinês, Gao Hucheng

Governo chinês vai investir R$ 1,7 milhão para viabilizar preparo de 40 atletas brasileiros para Jogos Olímpicos e Paraolímpicos

O Brasil vai enviar à China 40 atletas de badminton e tênis de mesa para treinamento visando à preparação para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. O acordo de cooperação entre os países foi assinado nesta terça-feira (19) pelo ministro do Esporte, George Hilton, e pelo ministro do Comércio chinês, Gao Hucheng. O governo chinês vai investir R$ 1,7 milhão para viabilizar o intercâmbio.

O valor cobre as despesas dos atletas brasileiros na China, incluindo passagens de ida e volta, hospedagem, alimentação, estrutura de treino e logística de transporte.

A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto durante evento em que presidenta Dilma Rousseff recepcionou o primeiro ministro da China, Li Keqiang, para a assinatura de diversos acordos de cooperação.

“É um momento importante para nós nessa preparação para os Jogos. Vejo isso como um início de uma relação muito próxima com a China, que vai nos ajudar a desenvolver também outros esportes em que eles têm tido muito avanço. A gente começa com esses 40, mas a tendência é aumentar”, afirmou o ministro.

Os atletas do tênis de mesa selecionados para participar do intercâmbio passarão 30 dias na China, enquanto os do badminton ficarão treinando no País asiático por 60 dias.

Supremacia incontestável

Os chineses são a principal potência mundial nas duas modalidades. No tênis de mesa, a China conquistou as quatro medalhas de ouro em disputa nos Jogos de Londres 2012. No badminton, a China faturou cinco medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze, entre as 15 em disputa. O domínio chinês aumentou em relação a Pequim, quando a Indonésia e a Coreia do Sul conseguiram subir ao topo do pódio na dupla masculina e na dupla mista, respectivamente.

Investimentos

Tanto o tênis de mesa quanto o badminton têm recebido investimentos do governo federal em diversas frentes.O Bolsa Atleta contemplou 339 atletas nas duas modalidades: 256 mesatenistas e 83 do badminton. Além disso, cinco atletas do tênis de mesa paraolímpico são beneficiados pelo programa Bolsa Pódio, quatro deles com o valor máximo da bolsa: R$ 15 mil mensais.

O Ministério do Esporte também firmou convênios com as confederações brasileiras das modalidades. Com a CBTM foram seis desde 2010, totalizando R$ 11 milhões, incluindo preparação de atletas, estruturação de centros de treinamento, contratação de técnicos, aquisição de equipamentos e material esportivo e participação em competições internacionais.

Com o badminton foram dois convênios no valor de R$ 5 milhões desde 2010. O valor foi investido na manutenção e compra de equipamentos para o Centro de Treinamento da Vila Militar de Deodoro, no Rio de Janeiro.

O Ministério do Esporte também direcionou R$ 4 milhões para a construção do Centro de Excelência em Badminton, que será erguido no Piauí. Ele contará com estrutura de um ginásio com seis quadras em acordo com as normas internacionais, academia, departamento médico, alojamento e espaço administrativo.

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Ministério do Esporte

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