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País investe em controle de dopagem

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Os kits são acompanhados por acessórios como bolsas próprias para transporte, registrador de temperatura e lacres de segurança

Os kits são acompanhados por acessórios como bolsas próprias para transporte, registrador de temperatura e lacres de segurança

O controle de dopagem nos eventos-testes para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016 começa a ser feito no segundo semestre deste ano e será a primeira grande ação do Plano de Testes de Dopagem estabelecido para o esporte nacional pela Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD).

De acordo com Carlos Alberto Vieira, da ABCD, um passo fundamental para a implantação do Plano é a compra de 3 mil kits para testes de urina, outros 300 para testes de sangue e ainda mais 400 para testes de sangue destinados a passaportes biológicos de atletas (com o registro de resultados das análises é possível traçar o perfil de cada atleta que, ao longo de determinado tempo, evidencie – ou não - práticas proibidas).

Está em curso a contratação do transporte das amostras com as suas especificidades. “Esse material é suficiente apenas para este ano e já estamos tratando de um aditivo porque a quantidade de kits pode não ser suficiente”, explica Carlos Alberto Vieira. “Teremos todos os eventos-teste do segundo semestre e mais as missões de controle da ABCD, para assegurar uma participação limpa dos atletas brasileiros nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016”, disse.

Foco nos atletas de ponta

De acordo com o secretário nacional para a ABCD, Marco Aurelio Klein, mais de 200 atletas da Bolsa Pódio (de modalidades olímpicas e paraolímpicas) passarão por um controle mais rigoroso, fora de competições. Os atletas precisam preencher o “whereabouts” da AMA (Agência Mundial Antidopagem, ou WADA, na sigla em inglês) – espécie de relação de locais e horários onde poderão ser encontrados para possíveis testes.

“Com a chegada dos kits, seguiremos com o controle de dopagem no esporte brasileiro, agora de acordo com o Plano de Testes da ABCD, a partir dos eventos-teste para os Jogos do Rio 2016”, diz Carlos Alberto Vieira. “Estamos montando toda essa operação e os procedimentos de como será executada.”

Não apenas os atletas de alto rendimento, olímpicos e paraolímpicos, serão testados. Atletas de outros esportes e categorias, como corridas de rua e competições estudantis e universitárias também estão nos planos da ABCD, que procura conscientizar e implantar a educação dos atletas, na luta contra a dopagem, desde as categorias de base.

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