Judô

CBJ doa quimonos Mizuno para judocas refugiados lutarem os Jogos Olímpicos do Rio

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Popole Misenga e Yolande Bukasa Mabika receberam um par de judoguis com o selo vermelho de certificação da FIJ

Popole Misenga e Yolande Bukasa Mabika receberam um par de judoguis com o selo vermelho de certificação da FIJ

Confirmados no inédito Time de Refugiados para a disputa dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, os judocas congoleses Yolande Bukasa Mabika e Popole Misenga receberam quimonos Mizuno doados pela Confederação Brasileira de Judô na manhã desta segunda-feira, 27.

Fabricados no Japão, os judoguis, que não são comercializados no Brasil, são os modelos top de linha produzidos pela Mizuno para a seleção brasileira e já vêm com o selo vermelho de certificação de padrão exigido pela Federação Internacional de Judô para competições oficiais.

Cada um recebeu das mãos do presidente da CBJ, Paulo Wanderley Teixeira, um quimono branco e outro azul para utilizarem nos Jogos do Rio, onde competirão sob a bandeira do Comitê Olímpico Internacional.

Yolande e Popole chegaram ao Brasil em 2013 para a disputa do Mundial de Judô no Rio de Janeiro e solicitaram asilo após serem abandonados pelos técnicos da seleção do Congo durante a competição.

Hoje, ambos treinam no Instituto Reação, projeto social do medalhista olímpico brasileiro, Flavio Canto, que atua em áreas carentes no Rio de Janeiro e já revelou talentos do Judô, como a campeã mundial Rafaela Silva.

www.cbj.com.br
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