Judô

Gestão de Arbitragem realiza workshop para árbitros do Brasileiro Sênior

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Mais de 40 árbitros participaram no encontro no auditório do Centro de Treinamento da CBJ.

Mais de 40 árbitros participaram no encontro no auditório do Centro de Treinamento da CBJ.

Com o objetivo de fazer uma reciclagem para os árbitros que vão atuar no Campeonato Brasileiro Sênior 2015, que está sendo realizado no Centro de Treinamento da CBJ, em Lauro de Freitas, na Bahia, e também orientar os que vão prestar exame, a Gestão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Judô realizou um workshop nesta sexta, 23 de setembro. Estiveram presentes cerca de 40 árbitros (21 convocados para o Brasileirão e 24 que farão exames para promoção de categoria), alguns que farão teste durante a competição e outros com graduação internacional. Compuseram a mesa, André Mariano (DF), Jeferson Vieira (RJ) e Aloísio Short (BA), além de José Pereira, gestor nacional de arbitragem, que abriu as apresentações.

“Ser árbitro é uma responsabilidade muito grande. Eu vi isso agora, nos Jogos Olímpicos, quando fui cumprimentar alguns dos melhores árbitros do mundo e as mãos deles estavam geladas. Isso significa que eles estavam nervosos. E qual é a solução para isso? Estudar, se preparar. Se você estiver seguro do seu conhecimento, não é preciso nervosismo. É só confiar no seu trabalho”, disse Pereira.

Entre os temas abordados estavam: responsabilidade; estudo constante do Judô; seriedade; companheirismo sem corporativismo; assumir suas responsabilidades; não ser prepotente com ninguém; respeito à sua profissão; figura pública; trabalho nos veículos técnicos (vídeoreplay, sukoteike, etc).

“É precisa trajar o judogui mas não é só isso. As informações estão em todos os lugares. Você pode gravar a competição em sua TV a cabo e rever num outro momento, pode acessar a internet e olhar as lutas, se atualizar. Assim como os atletas treinam quatro, seis, oito horas por dia, os árbitros também precisam treinar. Não é só chegar na competição e atuar”, disse Jeferson Vieira, árbitro FIJ A e único representante do Brasil entre os árbitros nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Ao final, todos os participantes do workshop puderam fazer perguntas. E, encerrando a apresentação, o presidente Paulo Wanderley Teixeira destacou a importância da arbitragem e do processo de qualificação constante em que a CBJ está investindo.

“A CBJ sempre teve um olhar diferenciado para a categoria dos árbitros porque sem vocês, a modalidade não evolui, aliás, a modalidade não existe. Por isso, a Confederação tem investido em capacitar a arbitragem brasileira. E muito desse foco se deve ao profissionalismo do professor José Pereira que tem uma dedicação ímpar para a área. O objetivo deles é sempre oferecer mais e melhor para qualificar vocês”, disse o presidente.

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