Tradutor/ Translate

Tênis de mesa brasileiro terá classificação de atletas semelhante às cores de faixas de artes marciais

Protocolo de avaliações foi criado pelo francês Michel Gadal e vem sendo testado em diversos clubes brasileiros
Divulgação CBTM

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) deve implantar, em 2021, um critério de classificação semelhante ao utilizado para definir as cores de faixas dos praticantes de artes marciais. A avaliação está sendo desenvolvida há vários meses e foi criada pelo consultor internacional Michel Gadal, o mesmo que implantou o projeto da Rota do Alto Nível na CBTM há dez anos atrás.

AMIGO LEITOR
Seja um colaborador do nosso Site Portal Olímpico. Não deixe essa chama apagar. Neste momento de dificuldade, toda contribuição financeira é bem-vinda.
Dê sua contribuição: Pix 22988620015
Depósito ou Transferência Bancaria em nome de Francisco de Alvarenga Leandro - Banco: Santander Ag: 3086 - Conta: 01042887-3
Qualquer dúvida (22) 988620015.
Desde já, agradecemos sua colaboração!
Atenciosamente, Sócio/Gerente: Francisco de Alvarenga Leandro.

A CBTM contratou o professor Nelson Machado, que atua em Marília (SP), para traduzir e testar o protocolo na prática, com supervisão do vice-presidente regional da entidade Sandro Abrão, e o apoio do professor Vinicius Gimenez, também da cidade de Marília.

Judô Tênis

A nova graduação é parecida com as cores que são usadas para definir o nível técnico dos praticantes das artes marciais, como o judô, por exemplo. No caso do tênis de mesa serão usadas 11 grades ou níveis, o que não modifica os nomes das categorias usadas atualmente em competições oficiais no Brasil.

Esses níveis são acessíveis a todas as categorias e idades, integrando e vinculando os principais elementos do tênis de mesa: ações na bola, localização, direção, velocidade e precisão, efeito, altura da bola em relação a rede, tempo de bola e zona de habilidade. Os atletas são divididos em três faixas: os que jogam com diferentes movimentos (golpes) que integram os parâmetros da modalidade (1 a 6); os que dominam os parâmetros (7 a 9); e, os jogadores competitivos (10 e 11).

[Querido amigo! Está gostando desta matéria? Se sim, precisamos da sua colaboração para mantermos o nosso Site Portal Olímpico. Contribua com a quantia que puder, será de grande ajuda.
Nosso PIX: 22988620015.
Desde já, nosso muito obrigado, e prossiga com uma boa e abençoada leitura.]

“Queremos oferecer um programa aberto a todos, proporcionando desafio e motivação para aprender e ter orgulho de fazer parte da família Tênis de Mesa Brasil. Assim, estamos criando uma metodologia para ajudar clubes, academias, escolas e federações estaduais a melhorar seu planejamento anual técnico e administrativo”, explica o professor Nelson Machado.

As avaliações olímpicas foram testadas em alguns dos principais e mais tradicionais clubes do Brasil: Academia Nelson Machado (Marília), Itaim Keiko (São Paulo-SP), Santa Maria/São Caetano, Academia Match Point (pertencente aos atletas Cazuo Matsumoto e Jessica Yamada, em São Paulo-SP) e Saldanha da Gama (Santos-SP). Os principais atletas destes clubes ajudaram no desenvolvimento e aplicação dos testes.

Após vários ajustes para o tênis de mesa olímpico, a CBTM iniciou testes também para criar um protocolo de avaliações para o tênis de mesa paralímpico, no Clube Nova Era de Bauru-SP e na Fran TT, em Piracicaba-SP, com apoio dos treinadores e dos principais atletas destes clubes.

Os resultados das avalições e do protocolo foram apresentados oficialmente no TMB Platinum – Campeonato Brasileiro, realizado entre 6 e 13 de dezembro, no Rio de Janeiro (RJ). Assim que estiver pronto, a CBTM irá apresentar a metodologia à toda comunidade, com capacitação específica aos clubes e federações para a sua respectiva aplicação.

Fonte: COB (cob.org.br)

Share

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.