Tênis de mesa

Brasil é campeão latino-americano de duplas mistas de tênis de mesa

82.V

Divulgação/ ITTF

A hegemonia do Brasil na América Latina foi confirmada com mais um ouro. Desta vez no torneio de duplas mistas, no Campeonato Latino-Americano de Tênis de Mesa, em Cuba. Na final, Eric Jouti e Lin Gui venceram os chilenos Juan Lamadrid e Paulina Vega por 3 a 2 (11/13, 11/7, 7/11, 11/8 e 12/10), na tarde desta quinta-feira (8/3), em Havana.

O placar da partida revela o equilíbrio. Os chilenos chegaram a abrir 2 a 1, mas no quarto e quinto sets os brasileiros reagiram e conquistaram o título. No set decisivo, inclusive, a dupla brasileira saiu perdendo por 3 a 0, teve dificuldades para encostar no marcador, mas acabou buscando a virada.

Antes de chegarem na decisão do título, os campeões enfrentaram outra dupla brasileira pelas semifinais: Humberto Manhani e Jéssica Yamada, vencendo por 3 a 2 (11/8, 7/11, 11/7, 14/16 e 11/6). No outro jogo desta fase, os chilenos ganharam a vaga para a final batendo Vitor Ishiy e Bruna Takahashi por 3 a 1 (11/9, 5/11, 3/11 e 8/11).

Segundo Lin Gui, em momento algum ela achou que encontraria facilidade. Manteve a concentração constantemente:

“Em nenhum momento achei que o título estava ganho. Estava tentando trazer meu foco de volta, me concentrar cem por cento no jogo. Foi só no último ponto, quando a bola caiu no chão que percebi que ganhamos o título”, destaca.

Sobre o entrosamento com Eric Jouti, a atleta lembrou que eles jogam na mesma equipe na Europa e que atuam juntos desde 2015.

“A gente vai melhorando a cada fase. No outro Campeonato Latino-Americano fomos vice-campeões. Agora ganhamos”, comemora.

O técnico Hugo Hoyama aplaudiu o resultado e a atuação de Jouti e Lin Gui. Só lamentou o fato de a final não ter sido entre duplas brasileiras. Para o treinador, entre os méritos da dupla campeã está o fato de saber jogar nos erros do adversário:

“Foi um jogo de altos e baixos. E eles conseguiram virar o placar. É bom ganhar um jogo assim, tendo alternativas, cabeça fria e bastante confiança. Isso é um fator muito importante no esporte, fazer o adversário errar, mandar a bola paro o outro lado. Eles fizeram isso”, analisa Hoyama.

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Comitê Olímpico do Brasil

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