Judô

Brasil tem companhia de cinco países na II Fase de Treinamento do judô paralímpico

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Tadeu/CBDV
Alana Maldonado treina com francesa Prescillia Leze

Alana Maldonado treina com francesa Prescillia Leze

Os atletas da seleção brasileira de judô paralímpico estão concentrados no Centro de Treinamento Paralímpico de São Paulo, onde iniciaram no último domingo, 18, as atividades pela II fase de treinamento, com a presença de judocas da Argentina, Estados Unidos, França, Grã Bretanha e Porto Rico.

O training camp, como é chamado, é um intercâmbio comum entre as seleções que acontece após as competições. Os cinco países - exceto o México, único que não ficou para os treinamentos - estão desde a última sexta-feira, 16, no Brasil, quando vieram para a disputa do Grand Prix Internacional Infraero, e aproveitaram para passar alguns dias treinando com os brasileiros.

Uma das revelações do judô paralímpico brasileiro, Rebeca Silva, 17, foi bronze no GP do último sábado. A judoca acredita que ter contato com atletas de outros países é benéfico para o seu crescimento, principalmente pelo fato de poder treinar com lutadores que já participaram de grandes eventos.

“É muito bom (training camp). Você acaba conhecendo atletas de outros países, algumas técnicas, o ritmo de treino. É interessante e muito proveitoso. Contribui para o meu desenvolvimento também, posso lutar com atletas que disputaram jogos paralímpicos, campeonatos mundiais, e são pessoas com muita experiência que vão agregar com algo para eu aprender”, exaltou a peso pesado.

O brasileiros terão a companhia dos estrangeiros até esta quarta, no entanto a fase de treinamento seguirá até o próximo domingo. No próximo mês a seleção vai para a Turquia, onde irá encarar o desafio da Copa do Mundo IBSA de Judô Paralímpico, de 19 a 26 de abril, na cidade de Antalya. A competição vale pontos importantes no ranking mundial, que garante vaga nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

Patrocínio e apoio ao esporte

Com o patrocínio da Infraero desde 2009, o judô paralímpico brasileiro conta com recursos oriundos desta parceria, fundamentais na execução das fases de treinamento, realização das duas etapas do Grand Prix, intercâmbios dos atletas da seleção, contratação de profissionais para a equipe multidisciplinar, além de atender outros projetos importantes para o crescimento da modalidade no país.

www.cbdv.org.br
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