Tênis de mesa

Thiago Monteiro é o Brasil no Aberto da Tailândia

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Calixto N. Llanes/Periódico JIT
Cearense inicia sua participação diretamente na fase eliminatória, na madrugada da próxima sexta-feira

Cearense inicia sua participação diretamente na fase eliminatória, na madrugada da próxima sexta-feira

O Brasil estará representado no Aberto da Tailândia de Tênis de Mesa, torneio nível challenge, que começou nesta quarta-feira (16) em Bangcoc e vai até o dia 20. Mais experiente dentre os atletas de elite do tênis de mesa masculino brasileiro, Thiago Monteiro levará o nome do país ao continente asiático.

Atual 128º do ranking mundial, Thiago estreia na madrugada do dia 18, sexta-feira (1h55, horário de Brasília), contra adversário que virá da fase de grupos. Décimo primeiro melhor ranqueado do evento, ele já começa sua trajetória direto da fase eliminatória.

O brasileiro mostra serenidade tanto ao avaliar a expectativa pelo evento e suas possibilidades.

"Para esse torneio eu segui minha preparação normal, dentro do que eu já vinha trabalhando. Não tenho muita expectativa, vou indo jogo a jogo. Quem vem dos grupos já adquiriu um ritmo, mas quem está na chave tem a experiência para lidar com essa situação, que já é muito normal na minha carreira", explicou.

O campeonato na Tailândia reúne um grande número de mesa-tenistas asiáticos. São mais de 20 atletas chineses, japoneses e sul-coreanos, o que torna a competição ainda mais desafiadora.

"Sim, os asiáticos são muito bons e a presença deles aumenta o nível de qualquer torneio. De qualquer forma, o nível de todos os torneios está muito alto e não há como esperar jogos fáceis", enfatizou o brasileiro, que, embora não tenha rodado muito o Circuito esse ano, conta com o ótimo nível da Liga que disputa pelo seu clube na França, o Angers Vaillante.

"Embora eu tenha jogado pouco essa temporada, tenho a certeza de que jogar uma Liga ajuda o atleta a manter o nível e seguir evoluindo".

Com a vivência de quem tem oito medalhas pan-americanas e duas participações olímpicas, estar na seleção nacional segue no foco do atleta de 36 anos.

"Seleção é uma das metas. Se eu tiver bons resultados, voltar é uma consequência", explicou.

www.cob.org.br
Comitê Olímpico do Brasil

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