Judô

Judô no Cerrado: há 16 anos formando cidadãos

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Projeto atende a cerca de 150 jovens das cidades satélites de Brasília

Projeto atende a cerca de 150 jovens das cidades satélites de Brasília

O projeto Judô no Cerrado atende, há 16 anos, crianças e jovens a partir dos 4 anos de áreas em vulnerabilidade social na região do Gama, próximo a Brasília. Os cerca de 150 alunos que fazem parte hoje do projeto aprendem mais do que judô, tornam-se cidadãos.

“Um de nossos professores começou ainda criança, quando perdeu os pais assassinados. Adotamos ele e, hoje, aos 23 anos, é um exemplo para todos”, afirma Luiz Gonzaga Filho, presidente da Federação Metropolitana de Judô e mentor do projeto. “Também tivemos o caso do Robson, que chegou ao projeto em uma cadeira de rodas e com o diagnóstico de nunca mais poder andar e, hoje, além de caminhar, tornou-se faixa preta”.

Para manter a estrutura, uma solução criativa: reforma de vassouras e rodos em bom estado, desprezados por órgãos públicos na capital federal.

“Montamos uma oficina para recuperar esses rodos e vassouras para revender. O volume mensal chega a mais de 200. Com isso, conseguimos pagar as inscrições em torneios”, diz o dirigente.

Veja mais imagens no Flickr da CBJ.

www.cbj.com.br
Confederação Brasileira de Judô

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