Judô

Seleção Brasileira de judô paralímpico segue para o Japão para intercâmbio

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Delegação brasileira no saguão do aeroporto de Guarulhos

Delegação brasileira no saguão do aeroporto de Guarulhos

A Seleção Brasileira de judô paralímpico embarcou na noite deste domingo, 1, rumo ao Japão, para períodos de treinamento na cidade de Hirosaki até o dia 26 de julho. A delegação seguiu para o país da cidade-sede dos próximos Jogos Paralímpicos com oito atletas e os dois técnicos.

O intercâmbio tem como objetivo preparar os brasileiros para o Campeonato Mundial que acontece em novembro, na cidade de Lisboa, em Portugal. A competição é o principal objetivo do Brasil no ano e vale pontos no ranking mundial classificatório para os Jogos de Tóquio, em 2020.

“Sempre é bom pegar no quimono de pessoas diferentes, mas fazer isso no país onde nasceu minha modalidade gerou em mim uma expectativa muito positiva. Essa experiência será fantástica para trazer na bagagem bastante aprendizado e aperfeiçoamento técnico. Para isso precisarei dar tudo de mim nos treinos, já pensando no Mundial de novembro, em Portugal”, exaltou Arthur Silva.

Além do judoca dos médios (-90kg), o Brasil foi para a Terra do Sol Nascente com Thiego Marques (-60kg), Luan Pimentel (-73kg), Antônio Tenório (-100kg) e Wilians Araújo (+100kg), da categoria masculina, e Maria Núbea Lins (-57kg), Lúcia Araújo (-63kg) e Rebeca Silva (+70kg), da feminina, além dos técnicos Alexandre Garcia e Jaime Bragança.

Os atletas chegam ao Japão nesta terça-feira, 3, cheios de expectativas, afinal, serão quase 25 dias de treinamento intenso e o objetivo é tirar o máximo dos japoneses para o aprimoramento de novas técnicas com aqueles que vivem no país onde nasceu a modalidade.

“A expectativa é treinar bastante e aproveitar o máximo que der por ser um treino com volume diferente do que a gente faz no Brasil. Vai ser muito bom para conhecer outro jeito de treinar. Esse intercâmbio vai ser muito importante para ter uma experiência diferente com os japoneses, onde o judô começou, então é tirar o máximo da fonte”, disse Luan Pimentel.

O acordo entre a CBDV e a prefeitura de Hirosaki foi assinado em 2017 e contempla aos brasileiros períodos de treinamento até 2020, com todas as despesas pagas, exceto passagens aéreas.

Patrocínio e apoio ao esporte

Com o patrocínio da Infraero desde 2009, o judô paralímpico brasileiro conta com recursos oriundos desta parceria, fundamentais na execução das fases de treinamento, realização das duas etapas do Grand Prix, intercâmbios dos atletas da seleção, contratação de profissionais para a equipe multidisciplinar, além de atender outros projetos importantes para o crescimento da modalidade no país.

www.cbdv.org.br
Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais

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