Goalball

CBDV forma 20 novos árbitros de goalball em quatro cursos realizados nos regionais

33.V

Tadeu Casqueira
Árbitro Internacional Max Marcucci durante o Regional Centro-Norte, em Cuiabá/MT

Árbitro Internacional Max Marcucci durante o Regional Centro-Norte, em Cuiabá/MT

Com o objetivo de ampliar o quadro de arbitragem de goalball no Brasil, a CBDV realizou quatro cursos de capacitação para a formação de novos árbitros durante as etapas regionais que aconteceram entre março e julho deste ano. O resultado foi satisfatório com 62,5% de aprovação.

As clínicas foram realizadas nas cidades de São Paulo/SP (duas vezes), São Luís/MA e Cuiabá/MT e participaram dos cursos 32 alunos. Deste total, 20 participantes foram aprovados e habilitados como árbitro regional. Segundo a coordenadora nacional de arbitragem, Carla da Mata, todos eles terão oportunidade para mostrar o que aprenderam.

“Os cursos de formação de árbitros de goalball da CBDV nesse ano de 2018 foram excelentes na minha visão. Isso porque tivemos candidatos muito bons, pelo seu interesse, ou porque em alguns casos por já terem vivenciado a modalidade em sua região. Dentro desse contexto, tivemos algumas boas surpresas de pessoas que apresentaram um nível técnico acima da média na sua avaliação prática. Isso para a equipe de arbitragem é muito bom e vai agregar qualidade em nosso trabalho durante as competições da CBDV e eventos apoiados por ela”, disse com satisfação a coordenadora.

Para Carla da Mata, os cursos não só fortalecem o quadro de arbitragem, mas também contribuem para o crescimento da modalidade no país, já que cria a possibilidade dos novos árbitros de auxiliarem equipes de sua região durante os treinamentos diários e até mesmo em competições.

“Esse processo de formação, além de trazer novas pessoas com um potencial técnico bom para o trabalho da arbitragem, nos possibilita a acionar árbitros locais para os respectivos regionais e consequentemente, os mesmos podem ser convidados a auxiliar em treinamentos de equipes e até mesmo torneios na sua região de origem. Isso só fortalece o Goalball”, explicou Carla.

E para aqueles que fizeram o curso e não conseguiram a aprovação, a coordenadora fez questão de deixar claro que todos serão muito bem-vindos em uma nova oportunidade e citou alguns fatores que podem ter influenciado negativamente na hora das avaliações.

“Nem sempre a pessoa que tenta pela primeira vez consegue a aprovação como árbitro regional. Sabemos que alguns fatores contribuem para isso, como o nervosismo durante a avaliação prática. O importante nesse processo é não desistir e se quer mesmo se formar como árbitro, se preparar melhor e tentar novamente em uma oportunidade futura”, incentivou.

www.cbdv.org.br
Tadeu Casqueira

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