Basquete

Título de 1994 motiva seleção que disputará mundial na Turquia

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Divulgação/CBB
Damiris espera seguir os mesmos passos da equipe campeã mundial

Damiris espera seguir os mesmos passos da equipe campeã mundial

Mesmo formada por jogadoras jovens, atual equipe feminina busca inspiração de duas décadas atrás para a competição de setembro
Fonte de inspiração. O título mundial brasileiro de basquete feminino, que completa 20 anos nesta quinta-feira (12.06), continua inspirando as novas gerações da modalidade. Neste ano, em especial. A conquista de 1994 será utilizada como exemplo para as jogadoras brasileiras na preparação para o Campeonato Mundial que será disputado no próximo mês de setembro, na Turquia.

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Investimentos impulsionam a evolução do basquete nacional

Semana marca os 20 anos do título mundial de basquete feminino

A equipe atual é bem diferente da seleção experiente que venceu o mundial na Austrália. Renovada e com pouca vivência internacional, muitas jogadoras da atual seleção não vivenciaram o período glorioso da modalidade.

“Esta geração da seleção feminina é tão nova que poucas viram ao vivo a conquista do título mundial. Temos hoje atletas com a média de 20 anos. Sem dúvida foi um momento histórico. Vamos passar para elas a mensagem de que, mesmo no momento de reformulação, temos todas as condições de voltar às grandes conquistas. Isso, com muito trabalho e dedicação”, acredita o técnico da seleção nacional, Luiz Augusto Zanon, que utilizará a conquista nacional como ferramenta motivacional.

No grupo A, a Seleção Brasileira enfrentará na primeira fase as equipes da Espanha, da República Tcheca e do Japão. Zanon, que assumiu a equipe há cerca de um ano, considera a realidade da seleção distante daquela vivenciada há duas décadas. Ainda assim, segue firme na missão de preparar o grupo para os Jogos do Rio 2016.

“A conquista da vaga para o Mundial já foi um grande feito. Estamos vivendo uma reformulação total da seleção. O nosso trabalho é realizado passo a passo. Neste mundial é importante ganhar experiência internacional. Érika e a Adrianinha são as únicas jogadoras experientes, que irão transmitir o conhecimento e o suporte às novas jogadoras”, explica.

Foto: Gettyimages

Damiris é um dos destaques da seleção nacional

Além das veteranas, novos nomes também ganham destaque. Damiris Dantas é uma delas. A jogadora, que atualmente disputa a WNBA – Liga Feminina de Basquete dos Estados Unidos –, ressalta que, graças ao feito de atletas como Hortência, Janeth e Magic Paula, o basquete brasileiro ganhou respeito nacional e internacional.

“Somos gratas. Elas marcaram uma geração que valorizou a nossa modalidade. Também queremos marcar a nossa geração e levar o basquete feminino do Brasil ao lugar mais alto do pódio. Vamos trabalhar duro para isso acontecer. Estamos em um ano histórico do basquete e repetir a dose seria perfeito”, profetiza.

Da escola de basquete em Santo André, interior de São Paulo, aos Estados Unidos, Damiris é a cara da nova seleção. A jogadora de 21 anos, que recebe o apoio financeiro do programa Bolsa-Atleta do Ministério do Esporte, é uma das jogadoras que foi beneficiada pelo suporte federal por meio de convênios que o basquete brasileiro recebeu nos últimos anos.

Em 2013, os convênios proporcionaram às seleções brasileiras de basquete sub-19 e adulta, masculina e feminina, melhores condições de treinamento e estrutura em disputas internacionais. No sub-19, o projeto é ainda mais especial. A um degrau da equipe principal, os atletas contaram com um período de preparação e acompanhamento técnico diferenciado durante toda a fase de competição, que foi utilizado para a renovação da seleção principal.

Damiris sabe muito bem da importância do apoio. A jogadora fez parte da seleção sub-19 que conquistou a inédita medalha de bronze no Mundial de Basquete disputado no Chile em 2011, em que foi eleita a melhor jogadora (MVP) do campeonato.

De olho no futuro
A Seleção Brasileira precisa ganhar experiência internacional para chegar bem preparada para os Jogos Olímpicos do Rio 2016. No caminho, o Mundial da Turquia tem papel importante para as jogadoras.

Foto: Divulgação/CBB

No fim do mês, seleção brasileira participa de amistosos contra a seleção do Canadá

“A minha entrada na seleção é para preparar a equipe mais forte possível, aliada à juventude. Ganhar experiência internacional garantirá a evolução das jogadoras. Assim, nos dias 26, 27 e 28, vamos para o Canadá para disputar alguns amistosos com a seleção local, iniciando a preparação para o mundial em setembro”, diz o técnico.

Para isso, a equipe conta com o apoio financeiro do Ministério do Esporte por meio de convênio com a Confederação Brasileira Basketball (CBB).

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Breno Barros - Da equipe do Portal Brasil 2016

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