Arremesso de Peso

Em parceria da CBAT com o COB, Darlan Ramoni segue para período de treinos na Espanha

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©Wagner Carmo/CBAt
Dono da melhor marca do ano ao ar livre no arremesso de peso, atleta traça como objetivos do ano pódios nos Jogos Pan-Americanos 2019 e no Mundial de Doha

Dono da melhor marca do ano ao ar livre no arremesso de peso, atleta traça como objetivos do ano pódios nos Jogos Pan-Americanos 2019 e no Mundial de Doha

Darlan Romani, recordista sul-americano do arremesso do peso, conseguiu no último sábado, no Torneio Pinheiros/CBAt, em São Paulo, a melhor marca do ano ao ar livre no arremesso de peso. Com 21,83 m logo no começo da temporada, o atleta já traça as metas para o restante do ano: conseguir chegar ao pódio nos Jogos Pan-Americanos Lima 2019, em agosto, e no Mundial de Doha, no final de setembro e início de outubro. “Competir bem é meu objetivo. A gente quer uma medalhinha”, afirma Darlan.

“Para me manter e melhorar meu nível internacional tenho de arremessar sempre acima dos 21 m e espero isso nas etapas da Liga Diamante, no Pan e no Mundial”, disse Darlan, em entrevista dada no Centro Nacional de Desenvolvimento de Atletismo (CNDA), da Confederação Brasileira de Atletismo, em Bragança Paulista (SP), cidade onde mora e treina.

Para isso, Darlan, que desde 2010 treina com o especialista cubano Justo Navarro e que este ano passou a ter como agente o espanhol Juan Pineda, seguirá para Leon, na Espanha, para um Camping Internacional de Treinamento e Competições de Arremesso e Lançamento, dentro do Programa de Preparação Olímpica realizado pela CBAt em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), depois da disputa do Sul-Americano em Lima, dias 24 e 25 de maio.

“É muito bom treinar em Leon. Lá existem vários tipos de áreas de arremessos (são cinco), o que permite sentir diferentes pisos e não ser surpreendido depois nas competições”, lembrou o 3º sargento da Aeronáutica de 27 anos.

Nas etapas da Liga Diamante, Darlan reencontrará seus principais adversários, que na verdade formam uma confraria, segundo ele. “Um torce pelo outro. Na Copa Intercontinental, o Tomas Wash, campeão mundial, e o Ryan Crouser, campeão olímpico, vieram me abraçar depois que venci a prova. Disseram que eu merecia a medalha de ouro pelo que tinha feito em toda a temporada”, contou.

No Brasil, ele reconhece a importância que Justo Navarro tem para a prova do arremesso do peso (ele orienta ainda Geisa Arcanjo, no feminino). Acredita que outros atletas podem chegar ao nível internacional. “William Dourado e o Welington Morais, por exemplo, têm potencial e só precisam de mais suporte para crescer”, comentou.

www.cob.org.br
Comitê Olímpico do Brasil

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