Tênis de mesa

Brasileiros entram na reta final de preparação para o Mundial de Tênis de Mesa, em Budapeste

67.V

COB
Com oito atletas na disputa, liderados por Hugo Calderano, país tem boas chances de fazer sua melhor participação na História

Com oito atletas na disputa, liderados por Hugo Calderano, país tem boas chances de fazer sua melhor participação na História

Os atletas brasileiros já estão na reta final de preparação para o Campeonato Mundial de Tênis de Mesa, que começa no próximo domingo (21), em Budapeste, na Hungria. Trata-se de um dos momentos mais importantes da modalidade no Brasil, pois jamais o país apresentou chances tão concretas de fazer um papel de destaque no torneio.

O grande nome da delegação é Hugo Calderano, número 7 do ranking mundial. Ele é o primeiro brasileiro a chegar em um Mundial como um dos postulantes reais a uma medalha. O seu bom desempenho abriu mais uma vaga para a equipe brasileira, a exemplo do que acontece com Gustavo Tsuboi, número 40 do mundo. As posições no Top 10 e Top 50 fazem com que o Brasil tenha mais dois atletas no torneio masculino, assim como as principais potências do esporte.

Com isso, além dos dois atletas citados, o Brasil terá Eric Jouti, Thiago Monteiro e Vitor Ishiy entre os homens, e Bruna Takahashi, Jessica Yamada e Lin Gui entre as mulheres na Hungria. Nas duplas, o país contará com duas parcerias no masculino, uma no feminino e duas mistas.

“O Mundial sempre é um campeonato muito especial, por ter a participação dos melhores jogadores do mundo e por ser um dos torneios mais importantes do esporte. Vamos tentar propor nosso melhor nível e tentar alcançar resultados especiais para o tênis de mesa brasileiro”, diz Francisco Arado, o Paco, um dos técnicos da equipe.

Logicamente, há uma expectativa enorme em relação ao desempenho de Hugo Calderano. Mas Paco prefere não alimentar uma cobrança exagerada sobre a participação do brasileiro.

“Acho que o Calderano está entre os melhores jogadores do mundo e com um caminho muito claro e muito bem definido. Ganhar uma medalha é consequência desse trabalho, acho que é possível sim sonhar com uma medalha para o Brasil, mas não gostaria de colocar uma expectativa em um campeonato específico. Acho que o fundamental é construir boas coisas em torno dele para que tenha a possibilidade de brigar por conquistas importantes para o Brasil”, explica o técnico.

Entre as mulheres, mais uma oportunidade de evolução. Bruna Takahashi, por exemplo, com apenas 18 anos, está na posição mais alta já alcançada por uma brasileira no ranking mundial (64ª). O técnico Hugo Hoyama mostra confiança em uma boa participação das meninas.

“Todas estão bastante confiantes. Os resultados mostram que, se elas jogarem bem concentradas e focadas, a chance é muito grande”, avisa.

www.cob.org.br
Comitê Olímpico do Brasil

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